Mostrar mensagens com a etiqueta apoio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta apoio. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Ciberdúvidas - Ter dúvidas é saber (novamente acessível)

ciberduvidas.png
 
 


O Ciberdúvidas da Língua Portuguesa volta a estar acessível, com todas as suas rubricas ativas, incluindo o consultório, em novos servidores – os do Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL). Sendo assim, à parte os anteriores e tradicionais endereços do Ciberdúvidas, que se mantêm (www.ciberduvidas.pt e www.ciberdúvidas.com), o alojamento em novo servidor, do ISCTE-IUL, acrescentou um terceiro: https://ciberduvidas.iscte-iul.pt. 

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Professores e alunos


Professores e alunos
 
Há uns anos fiz uma investigação em várias escolas secundárias de Lisboa. Depois de ter analisado os problemas dos jovens que tinham feito tentativas de suicídio, quis saber o que pensavam sobre o tema alunos que nunca tivessem ido a uma consulta de Psiquiatria. Numa das escolas conheci uma professora do Conselho Executivo com quem travei um inesquecível diálogo.
Depois de lhe explicar o objetivo do estudo, pretendi falar com os estudantes. Respondeu-me que não valia a pena, poderia falar com muitos alunos na minha consulta hospitalar. Disse-lhe que queria falar com jovens… normais. Então encostou-se na cadeira, segurou os óculos de lentes grossas e disse-me: «NORMAIS?! Normais aqui nesta escola? Não existem!» 
É preciso esclarecer pais e professores que a maioria dos jovens é normal, isto é, atravessa a adolescência sem perturbações emocionais graves. Em termos simples, direi que um adolescente normal tem dificuldades transitórias nas diversas tarefas de que tenho falado: relação com os pais e com os companheiros e questões ligadas ao amor e à sexualidade, mas não fica bloqueado no seu caminho para a idade adulta.
Quer dizer, um adolescente normal pode ter algumas zangas com os pais, disputas com os seus pares ou alguma rutura afetiva que o perturbe, mas progride no sentido da autonomia e da formação de valores. Um adolescente patológico insulta os progenitores, não passa nos estudos, consome drogas, não namora, nem sai à noite, faz tentativas de suicídio ou foge de casa.
Os professores são agentes privilegiados na deteção de jovens em risco. Um professor atento pode arrumar lentamente os seus papéis a ver se alguém quer falar com ele no fim da aula. Um professor disponível marca um encontro de 10 minutos se pressente que o aluno tem alguma coisa para lhe dizer, mas não trai a sua confiança se a mãe lá aparece a perguntar o que se passa.
Tudo isto é difícil quando as escolas são em regras mastodontes degradados ou edifícios prefabricados de má qualidade, onde alunos em excesso andam de um lado para o outro como quem vai a um emprego aos 50 anos. Os livros de texto falam de matérias estranhas como floresta caducifólia, mas não ensinam as capitais da Europa.
Os professores são mal pagos e às vezes estão lá porque do mal o menos. Ora, o professor pode e deve ser decisivo para estimular a criatividade do aluno ou ajudá-lo num momento difícil. Para isso é preciso que medite na sua atividade e, apesar das condições difíceis, tente promover alguma mudança.
 
Sem arrogância, aqui vão algumas sugestões para professores de adolescentes:
 
1 – No princípio do ano escolar, promovam o diálogo com os alunos sobre o que vai ser o trabalho da disciplina. Verifique as expectativas, doseie o entusiasmo de alguns e estimule a maioria.
2 – Mantenha os alunos ativos durante todo o ano. Elabore questões e peça respostas. Trabalhe por problemas e objetivos.
3 – Não fale na importância da participação nas aulas se no fim do período tenciona dar a nota correspondente à média dos testes, quer o aluno participe ou não.
4 – Dê poucos trabalhos de casa; grande parte deles não são feitos ou são copiados antes da aula.
5 – Promova visitas de estudo, tendo em conta as sugestões dos alunos. Não os leve àquilo que acha importante para si mas que não tem nada a ver com eles.
6 – Seja firme em questões de disciplina desde o início. Se não atua rapidamente nesta área, não conseguirá ensinar.
7 – Não vá tomar cafés com os alunos, nem os convide para discotecas. Ensinar não é seduzir (vá apenas com eles se for convidado por um grande grupo. Mesmo assim, reflita).
 
Daniel Sampaio
A Cinza do Tempo
Lisboa, Ed. Caminho, 1997
(adaptação)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Sabes pesquisar com o google?

google.png

 Imagem retirada daqui
 
Tenho a certeza que o Google te é bem familiar e que, provavelmente, o usas diariamente... mas será que tiras partido deste poderoso motor de busca?
A iniciar um novo ano e um novo período letivo, deixo-te alguns truques que certamente vão ser úteis e facilitarão as tuas pesquisas (os mesmos encontram-se aqui):

- Quando procurares uma frase específica, coloca-a entre aspas. Desta forma, as páginas apresentadas serão apenas as que contiverem aquela frase, com as palavras naquela ordem.
- Coloca um asterisco numa frase para especificar uma palavra que não conheces ou que não tens a certeza. Imagina, por exemplo, que procuras a letra de uma música mas não te lembras de todas as palavras (“All I want for * is you”) ou que queres descobrir as variadas formas de uma expressão (“* do que dois a voar”).
- Usa o sinal de menos (-) para eliminar palavras que não queres que sejam apresentadas. Por exemplo, se estiveres à procura de ‘jaguar’ mas não queres que te apareça o carro (jaguar –carro).
- Coloca ‘site:’ para procurar apenas sites. Se quiseres encontrar o site do Cristiano Ronaldo, por exemplo, coloca 'site: Cristiano Ronaldo'.

Algumas funcionalidades úteis que o Google disponibiliza:
- Usa ‘significado:’ ou ‘definir:’ para descobrir o significado de alguma palavra, sigla ou expressão.
- Não sabes de onde veio uma imagem? Podes guardá-la no teu computador e depois procurá-la no Google Images, usando o ícone da câmara. O Google vai mostrar-te imagens semelhantes.
- Podes encontrar arquivos com ficheiros com mais de 100 anos aqui.

E pronto... toca a pesquisar...
...mas atenção:

NÃO TE ESQUEÇAS DE CITAR AS FONTES!

Wikipédia?

 


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Portal Ensina da RTP

Portal Ensina RTP

Foi lançado no passado dia 14 de Janeiro, no Pavilhão do Conhecimento, um novo portal da RTP intitulado Ensina e que, como o nome indica, é especialmente vocacionado para estudantes e professores, para além de servir o público em geral .

Reúne "vídeos, áudios, infografias e fotografias produzidas pelos diferentes canais da Rádio e Televisão de Portugal ao longo das últimas oito décadas (...) excertos de entrevistas ou programas, (...) alguns grandes documentários com grande relevância para determinadas matérias escolares."
Os temas são variados: literatura, artes, ciências, património, história...e, ainda, uma área de conteúdos infantis. A consulta pode ser feita a partir de computador, tablet ou smartphone. 

O Ensina foi objeto de um protocolo entre a RTP e o Ministério da Educação e Ciência, tendo a apresentação do portal contado com a presença 
Ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, do Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho e do Diretor da Direção Geral da Educação, Fernando Reis.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Ciência 2.0 - Conhecimento em Rede

Ciência 2.0
 
 
"O Ciência 2.0 é um projeto de comunicação de ciência multiplataforma, desenvolvido na Universidade do Porto, que tem como objetivo fundamental promover um maior diálogo entre ciência e sociedade, abrindo ao público a possibilidade de participar com conteúdos de divulgação científica.

Comunicar a ciência em diferentes formatos e suportes é uma das vertentes do Ciência 2.0, que, para tal, estabeleceu um conjunto de parcerias com órgãos de informação nacionais, para alcançar públicos mais vastos e diversificados. Esta sinergia entre diferentes "media" permite trabalhar os conteúdos com níveis variados de profundidade e de forma complementar. Pretendemos com esta estratégia multimeios, tornar a ciência próxima do público e aumentar a continuidade dos conteúdos que são produzidos.

Apelar à participação da comunidade em geral, através da submissão de trabalhos, da sugestão de temas e de ideias, da colocação de questões e da discussão de conteúdos é outra componente do Ciência 2.0. Esta filosofia torna o nosso projeto único e inovador. Queremos fomentar o espírito colaborativo do público e promover um verdadeiro "Conhecimento em rede".

O projeto é co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), através do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e do Programa Operacional Fatores de Competitividade (COMPETE) e por fundos nacionais através da Ciência Viva."


Este projecto encontra-se online em:

Página Oficial: http://www.ciencia20.up.pt
Facebook: https://www.facebook.com/ciencia20
Canal no Youtube: http://www.youtube.com/user/Ciencia2ponto0
Twitter: https://twitter.com/ciencia_2_0
Google+: https://plus.google.com/103518324266609779306#103518324266609779306/posts

 

Boa Ciência!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Voluntários de leitura



Quer ser voluntário? Um voluntário de leitura nas escolas? Quer saber mais? Assista aqui a um curso online de aulas livres grátis orientado por Isabel Alçada.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

III Jornadas das Bibliotecas da Maia

 

As III Jornadas das Bibliotecas da Maia, sob o tema Livro arbítrio: direito a escolher leituras, decorrem nos dias 18 (início às 14h30m) e 19 de Outubro, no Fórum da Maia.

O objetivo central destas Jornadas mantém-se o mesmo que nos levou a organizar a 1ª edição em 2010:
Proporcionar um fórum de reflexão e debate de qualidade aos profissionais que procuram desenvolver ambientes favoráveis à promoção do gosto e interesse pela(s) leitura(s) junto dos públicos infantil e juvenil.
 
Pela 1ª vez, conseguimos juntar sessões teóricas e um conjunto de workshops que trazem as Jornadas para outro patamar de interesse.
 
Contamos com uma presença significativa de estudantes do ensino superior, professores bibliotecários, professores das mais diversas áreas científicas e bibliotecários ligados à promoção da leitura.

Inscrições aqui