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segunda-feira, 11 de maio de 2020
Quizzes do Plano Nacional de Leitura
Diverte-te com os quizzes do PNL. Estes jogos, de várias tipologias, abordam de uma forma lúdica questões lexicais, semânticas, sintáticas, ortográficas e até de pontuação, constituindo passatempos que testam o nosso nível de domínio da língua.
Quiz - História - 6º ano
Uma atividade interativa preparada pela docente Ida Santos, à disciplina de HGP, para os alunos do 6º ano. Aprender, com recurso aos aplicativos digitais, é divertido. Bem hajam.
sábado, 9 de maio de 2020
sexta-feira, 8 de maio de 2020
Conto da semana
TENHO TANTO QUE BRINCAR ...
Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor. Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for.
Quero brincar de manhã à noite, seja com o que for. Quando for grande, quero ser um brincador. Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor. Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer.
Tenho tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar, como imagina um imaginador...
A mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida. E depois acrescenta, a suspirar: "é assim a vida". Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar. A vida é assim? Não para mim.
Quando for grande, quero ser brincador. Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater a minha porta. Depois também, sardanisca verde que continua a rabiar mesmo depois de morta. Na minha sepultura, vão escrever: "Aqui jaz um brincador. Era um homem simples e dedicado, muito dado, que se levantava cedo todas as manhãs para ir brincar com as palavras."
Álvaro Magalhães
domingo, 3 de maio de 2020
sexta-feira, 1 de maio de 2020
Wordwall - criar atividades interativas com conteúdos curriculares
Um exemplo de uma ferramenta que permite fazer atividades interativas.
quinta-feira, 30 de abril de 2020
Escritores de S a XXL
Os textos produzidos pelos alunos do 9º B e C, no âmbito da disciplina de Cidadania, a propósito do tema "Coronavírus: ficar em casa é um ato de cidadania?" e "A informação é a histeria da imprensa".
É assim que se constrói a cidadania, exercitando-a. Obrigada aos alunos e à docente Otília Azevedo.
Texto 1
Definindo-se dever cívico como algo que diz respeito ao interesse público, os valores de uma
sociedade, as suas instituições e as responsabilidades do cidadão, o cumprimento das medidas impostas pelo poder político e as autoridades sanitárias como resposta à hecatombe que se abate sobre o mundo, que é a pandemia do novo Coronavírus, ajusta-se indubitavelmente nesta definição. Com efeito, tratando-se de uma doença infetocontagiosa com algo grau de letalidade e de propagação, transmitida através do aglomerar de uma grande quantidade de pessoas que, inevitavelmente, se continuaria a verificar, poria em causa, como começou a fazer, todos os mandamentos da "cidadania" referidos.
João Marques, nº 14, 9ºB
Texto 2
O Covid-19 é o nome atribuído pela OMS à doença provocada pelo novo coronavírus que está a afetar Portugal, Europa e o resto do mundo.
Até à data, o agente contagioso continua em investigação, mas sabe-se que o vírus é transmitido através do contacto de gotículas respiratórias.
O número de casos (confirmados e óbitos) cresceu exponencialmente, tanto que os governantes tiveram de tomar medidas necessárias para a proteção da saúde pública.
Em Portugal, estamos a viver o 3º período de Estado de Emergência e entre muitas medidas tomadas, o confinamento massivo foi bastante sentido por nós: as escolas fecharam, a atividade económica ficou imobilizada como nunca antes visto ( à exceção de alguns setores como a saúde e outros de bens essenciais).
Todos estamos a aprender a saber lidar com esta realidade e acredito que seja bem difícil para todos nós: pais, filhos, professores, empregados, para o Governo e ainda mais para todos aqueles que estão na linha da frente a tentar “travar” este maldito vírus.
Acredito que a cidadania para já é a melhor “arma” para combater o coronavírus e Portugal é a prova disso. Os portugueses estão a tentar ao máximo respeitar o confinamento e os resultados já começam a ser visíveis.
Por fim, a certeza que eu tenho é que esta pandemia obrigou todas as pessoas no mundo a rever o seu papel na sociedade e espero que depois da desgraça venha a bonança e uma nova mentalidade e sentido cívico para respeitarmos todos os seres vivos do nosso querido planeta.
Trabalho realizado por Inês Coutinho Nº12 9ºB
Texto 3
Concordas que “a informação é a histeria da imprensa?”
Numa situação como a da pandemia do novo coronavírus, acho que a imprensa deve investir numa informação fidedigna, porque isso vai ser melhor para os médicos que estão a arranjar cura e para a população que sabe como agir e reagir sem alarde social.
Assim, quanta mais informação correta a imprensa der, melhor vai ser para as pessoas interessadas em determinada matéria, mas também para a população em geral. Se a imprensa informar sobre os cuidados a ter, as pessoas ficarão muito mais informadas e não se deixarão influenciar pela opinião de todos os que, género “treinadores de bancada” debitam a sua opinião, não séria, não consciente, traiçoeira e mal-intencionada, nomeadamente, nas redes sociais. Temos de estar alerta porque há muita imprensa sensacionalista cujo objetivo é o lucro a todo o custo!
André Neves, nº 4- 9º C
É assim que se constrói a cidadania, exercitando-a. Obrigada aos alunos e à docente Otília Azevedo.
Texto 1
Definindo-se dever cívico como algo que diz respeito ao interesse público, os valores de uma
sociedade, as suas instituições e as responsabilidades do cidadão, o cumprimento das medidas impostas pelo poder político e as autoridades sanitárias como resposta à hecatombe que se abate sobre o mundo, que é a pandemia do novo Coronavírus, ajusta-se indubitavelmente nesta definição. Com efeito, tratando-se de uma doença infetocontagiosa com algo grau de letalidade e de propagação, transmitida através do aglomerar de uma grande quantidade de pessoas que, inevitavelmente, se continuaria a verificar, poria em causa, como começou a fazer, todos os mandamentos da "cidadania" referidos.
João Marques, nº 14, 9ºB
Texto 2
O Covid-19 é o nome atribuído pela OMS à doença provocada pelo novo coronavírus que está a afetar Portugal, Europa e o resto do mundo.
Até à data, o agente contagioso continua em investigação, mas sabe-se que o vírus é transmitido através do contacto de gotículas respiratórias.
O número de casos (confirmados e óbitos) cresceu exponencialmente, tanto que os governantes tiveram de tomar medidas necessárias para a proteção da saúde pública.
Em Portugal, estamos a viver o 3º período de Estado de Emergência e entre muitas medidas tomadas, o confinamento massivo foi bastante sentido por nós: as escolas fecharam, a atividade económica ficou imobilizada como nunca antes visto ( à exceção de alguns setores como a saúde e outros de bens essenciais).
Todos estamos a aprender a saber lidar com esta realidade e acredito que seja bem difícil para todos nós: pais, filhos, professores, empregados, para o Governo e ainda mais para todos aqueles que estão na linha da frente a tentar “travar” este maldito vírus.
Acredito que a cidadania para já é a melhor “arma” para combater o coronavírus e Portugal é a prova disso. Os portugueses estão a tentar ao máximo respeitar o confinamento e os resultados já começam a ser visíveis.
Por fim, a certeza que eu tenho é que esta pandemia obrigou todas as pessoas no mundo a rever o seu papel na sociedade e espero que depois da desgraça venha a bonança e uma nova mentalidade e sentido cívico para respeitarmos todos os seres vivos do nosso querido planeta.
Trabalho realizado por Inês Coutinho Nº12 9ºB
Texto 3
Concordas que “a informação é a histeria da imprensa?”
Numa situação como a da pandemia do novo coronavírus, acho que a imprensa deve investir numa informação fidedigna, porque isso vai ser melhor para os médicos que estão a arranjar cura e para a população que sabe como agir e reagir sem alarde social.
Assim, quanta mais informação correta a imprensa der, melhor vai ser para as pessoas interessadas em determinada matéria, mas também para a população em geral. Se a imprensa informar sobre os cuidados a ter, as pessoas ficarão muito mais informadas e não se deixarão influenciar pela opinião de todos os que, género “treinadores de bancada” debitam a sua opinião, não séria, não consciente, traiçoeira e mal-intencionada, nomeadamente, nas redes sociais. Temos de estar alerta porque há muita imprensa sensacionalista cujo objetivo é o lucro a todo o custo!
André Neves, nº 4- 9º C
quarta-feira, 29 de abril de 2020
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