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domingo, 8 de março de 2020
Clássicos em Rede
Aqui fica o registo da participação dos alunos do 10 º C no desafio escrito do concurso "Olimpíadas da Cultura Clássica."
Escritores de S a XXL
O amor de D. Pedro e D. Inês
O sol, brilhante e
convidativo, raiava tal pérola no céu. Entrava pelas grandes janelas do quarto
do príncipe herdeiro, D. Pedro. Este acordou, neste dia, com uma saudade
especial da sua amada. Não da mulher, D. Constança, que já carregava um pequeno
príncipe na barriga, mas da sua aia, a bela e formosa D. Inês.
A atração entre os
dois era impossível de negar. No entanto, a sua relação mantinha-se secreta.
Como poderia D. Pedro, futuro rei, enamorar-se de uma aia, ainda para mais
castelhana?! A verdade é que D. Pedro caíra nos feitiços de Inês que, inocente
e pura, crente no verdadeiro amor, ainda acreditava na possibilidade de poder
vir a estar com o amor da sua vida.
Do outro lado do
castelo, Inês acordava com o sol, logo de manhã cedo, para preparar o banho de
D. Constança.
D. Pedro, fingindo-se marido dedicado, dirigiu-se aos aposentos da mulher, que ainda dormia, para ver a sua flor secreta:
D. Pedro, fingindo-se marido dedicado, dirigiu-se aos aposentos da mulher, que ainda dormia, para ver a sua flor secreta:
- D. Pedro! – exclamou Inês num murmúrio – O que fazes aqui? D.
Constança pode acordar a qualquer momento! - Não te preocupes, minha rosa. Só
tu sabes que não estou aqui para a ver.
Envolveram-se nos braços um do outro, num beijo apaixonado.
- Inês? - chamou a esposa – Estás aí?
Sobressaltada, Inês dirigiu-se ao quarto de cama de Constança,
desculpando-se ao seu amado:
- Bom dia, minha senhora – apressou-se a abrir as cortinas – D.
Pedro, seu marido, está aqui para a ver.
- Bom dia, querida! Vejo que estás melhor...
- Estou sim, Pedro, obrigada. Mas não precisas de te preocupar, se
como por dois também me canso por dois.
- Tens toda a razão. Preciso de me retirar agora, tenho uma
reunião importante com Sua Majestade, meu pai.
Saiu, dirigindo um repentino e cúmplice olhar a Inês. Todavia, a
pequena flor manteve o seu papel e ajudou D. Constança a dirigir-se ao seu
banho.
Com D. Constança pronta para o seu habitual almoço com a Rainha,
Inês dirigiu-se aos jardins do castelo. Atravessou o roseiral e chegou à borda
do pinhal real. Lá encontrou D. Pedro.
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
Fevereiro, mês da Internet Segura
Aqui fica o registo de algumas das atividades desenvolvidas pelos alunos do 3º A, da EB1/JI da Guarda.
A prevenção é a melhor forma de ajudar.
A prevenção é a melhor forma de ajudar.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
Escritores de S a XXL
Uma perspetiva pessoal e bons argumentos.
Parabéns!
Parabéns!
A vida na aldeia
Nos dias que correm, viver nas aldeias passou
a ser encarado como um modo de viver saudável e um desafio. Penso que viver no
campo tem aspetos positivos e negativos.
Por
um lado, a vida nas aldeias faz bem à saúde, pois o ar é mais limpo, já que não
há tantos gases poluentes como nas cidades.
Nas
aldeias as pessoas têm mais calma no dia a dia, pois não estão stressadas. As
crianças mais novas, os adolescentes e os adultos estão mais livres, e não
sentem medo de andar sozinhos.
Normalmente
as aldeias são mais pequenas e não apresentam grandes perigos.
Por
outro lado, a vida na aldeia tem alguns malefícios. A população sente-se
sozinha e até isolada, uma vez que não existe uma rede de transporte capaz de
satisfazer as suas necessidades.
O
acesso à saúde, à educação e aos centros comerciais é difícil. As escolas são
longe e os hospitais encontram-se localizados nas cidades mais próximas.
Concluindo,
a opção de viver na aldeia depende, essencialmente, das condições económicas de
cada um e do modo de vida que queremos adotar.
Matilde Henriques
6ºA, nº22
Escritores de S a XXL
Um excelente texto, para ler e refletir...
Vantagens e
desvantagens de viver na cidade
«Viver na cidade» é, hoje em dia,
um tema atual e também uma opção desejada por diversas pessoas. Considero que
quem vive neste espaço urbano é extremamente sortudo, apesar de que nem tudo é assim
tão esplêndido, ou seja, este modo de vida também tem os “seus espinhos”.
Em primeiro lugar, vou falar
sobre as vantagens da vida na cidade. Os meios urbanos têm, na minha opinião, inúmeros
serviços, sejam eles comerciais, de saúde ou escolares que, normalmente, se
situam muito perto da casa das pessoas. Obviamente que, se proliferam vários
estabelecimentos, também existem variadas oportunidades de trabalho e de estudo
(pois também dispõem de muitas universidades e escolas). A meu ver, o Governo
valoriza as cidades em termos de financiamento económico, o que é de certa
forma injusto para quem vive num meio rural.
Por outro lado, e considerando as
desvantagens, os níveis de poluição e de barulho, nos meios urbanos, são mais
elevados, isto porque existe uma enorme utilização dos transportes (sejam
públicos ou privados). Consequentemente, o trânsito é excessivo e “massudo”, o
que certamente aborrece e prejudica as pessoas. De referir, por último, que os
níveis de criminalidade existem em grande número nas cidades, pois as condições
de vida e as oportunidades dos seus habitantes nem sempre são as desejadas e
sonhadas.
Concluindo, considero que a vida
na cidade apresenta vários prós e contras. Na minha opinião, as pessoas que
vivem no campo têm menos recursos, mas uma melhor vitalidade, sendo que a
cidade é mais “abastada” mas menos saudável. Acho que devíamos “juntar” o
melhor dos dois mundos.
Lara Ascensão Ferreira
6º B, nº15
terça-feira, 18 de fevereiro de 2020
Escritores de S a XXL
Uma proposta de atividade para fazer em contexto de aula, para ver aqui ...
O produto final, para ler ... com prazer!
Parabéns.
O produto final, para ler ... com prazer!
Parabéns.
Uma má ideia
Numa manhã estava a Dona Teresa a preparar
umas das suas famosas compotas de pera quando, de repente, o seu filho Bruno se
aproximou e disse:
- Já vi que me vou deliciar com umas das tuas
famosas compotas!
A
Dona Teresa olhou para ele e exclamou:
- Sim, tu vais poder deliciar-te, porém eu
estou a fazer esta compota para sobremesa, por isso, vais ter de esperar!
- Está bem. - concordou o rapazito desanimado.
A Dona
Teresa, sendo mãe daquela peste, sabia que, por de trás daquele ar triste,
estava um grande traquina e, quando ela não estivesse presente, comeria a
compota.
Enquanto pensava nisto, pegou num banco que
estava perto, foi até ao corredor onde havia um armário gigante e colocou o
pote da compota em cima.
Bem, o Bruno ficou a olhar, pensando como
poderia chegar lá, sem ninguém se aperceber.
Passado algum tempo estava ele sentado ao pé
da porta a jogar no tablet quando viu a mãe aparecer, com a chave na mão,
pronta para sair de casa.
Sem saber o que se estava a passar, perguntou:
-
Aonde é que vais, mãe?
-
Vou aos correios levantar uma encomenda.
Dito
isto, saiu porta fora.
O Bruno nem pensou duas vezes, foi até ao
corredor onde estava a compota e espreitou para ver se o pai estava distraído,
e, como sempre, ele estava com a cabeça enfiada no jornal.
Depois de se assegurar que tinha o caminho
livre, o Bruno pegou num banco e numa cadeira, colocou um em cima do outro, e
começou a subir.
Quando estava quase a chegar ao pote, sentiu o
banco a deslizar, e quando deu conta já estava no chão a chorar. Chorava tanto
que nem se apercebeu que o pai já estava junto dele.
O pai ao ver aquilo só se interrogava sobre
como é que tudo tinha acontecido.
O Bruno nem esperou que o pai falasse, entre
soluços começou a contar a história toda.
O pai depois de ouvir aquela odisseia, disse:
-
Da próxima vez, vê se dás ouvidos à tua mãe!
O rapaz depois de ouvir o sermão só conseguia
pensar que tinha sido uma má ideia ter desobedecido à mãe.
Maria
Guedes
5º B, nº 13
5º B, nº 13
terça-feira, 11 de fevereiro de 2020
Sessão "Um like que te pode desmanchar o smile"
Os alunos do 10º C viram e ouviram os testemunhos de quem foi apanhado na "rede".
A não perder, a grande reportagem "Queimados na Rede", no site RTP Ensina. Para ver, basta clicar aqui.
A não perder, a grande reportagem "Queimados na Rede", no site RTP Ensina. Para ver, basta clicar aqui.
Concurso Nacional de Leitura
Parabéns a todos os alunos que participaram na fase concelhia do Concurso Nacional de Leitura.
A tarefa do júri não foi fácil, uma vez que todos os alunos tiveram uma prestação exemplar.
Espera-nos a fase intermunicipal.
A tarefa do júri não foi fácil, uma vez que todos os alunos tiveram uma prestação exemplar.
Espera-nos a fase intermunicipal.
domingo, 9 de fevereiro de 2020
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